Aventuras com um casal liberal

Uma das coisas que mais me atrai é transar uma mulher na frente de seu marido. Se ela for inexperiente é mais fascinante ainda, pois o delicioso jogo de sedução misturado ao tesão, nervosismo e ansiedade da mulher, temperam um prato que eu particularmente adoro devorar bem lentamente, regado a muito carinho.

Após fazer um anúncio com foto em um site do tipo do setsex, recebi um razoável número de mensagens, algumas bastante interessantes... Dentre elas esta mereceu ser contada neste relato. Trata-se de um casal bastante simpáticos e muito agradáveis, que logo despertou minha atenção.

Eles estavam  na faixa dos 30 anos e diziam que há muito tempo cultivavam a fantasia de iniciar no mundo da troca de casais ou ménage, com pessoas de mentes abertas, pois assim acreditavam fugir da rotina dos oito anos de casamento.

Anexo a mensagem mandaram três fotos da garota, duas nuas e uma vestida, sentada no sofá da sala. Respondi no mesmo dia e, além de minhas fotos em retribuição, enviei meu telefone comercial.

Uma semana depois recebi uma ligação de Cynara.

No começo a sua voz estava um pouco trêmula, muito nervosa, mas com o desenrolar da descontraída conversa ela foi ficando mais à vontade e ao final daquele bate-papo marcamos um encontro para o dia seguinte.

Era uma quinta-feira de calor.

Rumei para o local combinado. O veículo do casal e a placa facilitaram a sua localização. Após as

apresentações fomos para um barzinho na zona sul para tomarmos um chopinho. Ali ficamos quase mais de duas horas conversando sobre tudo. O que menos falamos foi de sexo.

Cynara usava uma saia jeans um pouco abaixo dos joelhos, blusa vermelha e sapato de saltos altos. Emílio, seu marido, trajava calça branca e camisa azul celeste.

Retornamos para o carro e fomos para o lugar onde estávamos. Já era um pouco tarde e como no dia

seguinte era sexta-feira, dia de trabalho, disse a eles que como tinham meu telefone, se houvesse

interesse num novo encontro, bastaria uma ligação.

Então, ela me disse se havia algum problema se fôssemos para um motel naquele exato instante, pois há muito tempo ela esperava por aquele momento e se esperasse mais talvez não tivesse a mesma coragem. Aquela linda mulher fazia o tipo de qualquer homem. E claro que não poderia perder aquela oportunidade e acabei concordando.

Fomos para um motel próximo dali. Tive que entrar dentro do porta-mala do carro para não ser visto. Uma vez fechada a porta da garagem, ele ainda preferiu aguardar um pouco mais dentro do carro enquanto eu subia com sua mulher. No interior do quarto, ela, embora nervosa, estava em brasas ... Bastou um beijo e carícias mesmo sobre suas roupas para começar a respirar profundamente e gemer, esfregando freneticamente aquelas coxas no meu cacete.

De pé, iniciamos um delicioso ritual de beijos e carícias. Cada parte de suas vestimentas que carinhosamente eu retirava, aplicava nas partes desvendadas lentos e mágicos beijos e mordiscadas. Fiz isso no pescoço, seios, barriga, costas, coxas ... até que ela ficou totalmente nua. Aí tirei minha calça e camisa e fiquei apenas de cuecas.

A tomei nos meus braços e a coloquei na cama.

Chupei seus seios, descendo lenta e delicadamente a minha desbravadora e tarada língua até sua perfumada e bastante ensopada xoxota. Ela deu um grito tão alto que levei um tremendo susto, mas continuei.

Falava palavras obscenas, dizendo ao marido: "Olha meu amor como é grosso e gostoso, não está orgulhoso da sua mulherzinha sendo transformada numa deliciosa puta, numa cadela?".

Somente aí é que eu olhei para o lado e vi Emílio sentado aos pés da cama, totalmente nu, se masturbando.

Cynara explodiu em gozo, uma, duas, três, quatro vezes, quase sempre aos berros e sempre querendo mais e mais. Aquela mulher parecia que não levava cacete há muito tempo. Depois de um belo momento,

exausta, ela se sentou na cama e pediu ao marido um cigarro, e meio sem graça me pediu desculpas, dizendo que se transformava na cama.

Eu lhe disse que havia adorado aquela liberação de prazer e tesão e que me havia controlado para não gozar, pois queria extrair todo o prazer de seu corpo.

Algum tempo depois reiniciamos. Ela de quatro (sua posição favorita) e com a participação do seu marido que colocou o cacete em sua boca enquanto eu fodia gostosamente sua xoxota novamente. Isso bastou para reacender aquela fêmea.

Não me contendo mais acabei gozando enquanto Emílio enchia a boca de Cynara de porra quente. Invertemos os papéis. Agora ele iria penetrar a sua xana e eu sentiria o calor daquela boquinha.

Eram duas horas da madrugada quando saímos dali.

Cynara foi comida de várias maneiras possíveis: de pé, pendurada no meu pescoço, frente ao espelho, na hidro e até na mesinha de tomar lanche. Marcamos um novo encontro, desta vez na residência deles, mas não antes de aceitar um pacto feito por ela: enquanto a gente estivesse se relacionando, eu não deveria sair com outro casal e eles com outro cara.

Ficamos durante um ano e meio juntos, com saídas quase todos os meses, sempre às sextas-feiras, que começava ora no barzinho, casa de chá, teatro, restaurante, tudo feito harmoniosamente a três, temperando o começo de mais uma noite de loucura e delírios de prazer. Durante este período rolou um pouco de tudo: jogos eróticos, strip-tease, desfile de roupas íntimas ... Mas também foi virando rotina e eu achei por bem me afastar para que eles tivessem a oportunidade de conhecer novos horizontes, novas pessoas.

Hoje, passados oito meses, ainda sinto falta daquele casal, não somente pela mulher maravilhosa que é Cynara na cama e fora dela, mas também pelo amigo leal e bacana que foi Emílio.