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Quando descemos do carro, Ana ainda estava nervosa. Já havíamos discutido muito sobre se devíamos ou não ir àquela reunião. Soubéramos da mesma através de um site e resolvemos mandar um email.

A resposta não nos esclareceu muitas coisas, mas a pessoa nos passou um telefone. Ligamos. A voz do outro lado nos tranqüilizou e acabamos ficando à vontade para fazer perguntas. Todas que um casal amador, como nós, tem para fazer. Não foi preciso muito tempo para que o relações públicas do grupo nos convencesse a participar da reunião daquela semana. E assim fomos.

Confesso que até eu estava um pouco apreensivo. Mas a pessoa nos tinha garantido que poderíamos ir embora quando quiséssemos. E que não seríamos obrigados a participar de nada que não tivéssemos vontade. Aliás, ela nos disse que as coisas, ali, só aconteceriam se os presentes assim o desejassem, já que não havia nada programado e era estritamente proibida a presença de garotas de programa.

Eu estava com todas as garantias. E foi pensando nisso que entramos. Ficamos conhecendo a tal relações públicas, que nos apresentou aos outros casais que já tinham chegado. E de cara deu pra notar que as características de todos se aproximavam muito. Bem vestidos, o que indicava serem pessoas de classe média para alta. O ambiente era o de uma festa. Na sala, sofás, mesas de centro, decoração discreta. Um abajur em cada canto garantia a luz indireta. Um espaço para uma pista de dança e algo como um palco se recortando contra uma parede pintada de negro em que se distinguia claramente o sistema solar, incluindo a Terra.

Explicaram-nos que, ao entrar naquela casa, estávamos entrando em outro mundo. A sala era a nave espacial que nos levaria nessa viagem maravilhosa. O mundo que conheceríamos, era o dos “normais”. Anormal é quem não respeita os sentimentos da pessoa amada e, movidos pela hipocrisia imposta pela sociedade maluca, prende seu cônjuge em grilhões sentimentalistas. Naquele lugar o ciúme era proibido. A palavra de ordem era RESPEITO. Em nossa bagagem só precisávamos da alegria. O resto ficava lá fora.

No hall de entrada a luz era mais intensa. Ali também ficava um “rechaud”, onde todos se serviam à vontade. Até isso tinha uma explicação: ao obrigar as pessoas a se servirem no claro, todos ficavam visíveis e a aproximação para um papo era muito mais fácil. 

Servimo-nos de nossas bebidas e fomos até a sala. A música era calma e convidava a dançar. Alguns casais já faziam isso com muita intimidade.  Nossos cicerones daquela noite resolveram nos mostrar o resto da casa. Subimos para ver os quartos. Eram bem aconchegantes. O casal que nos acompanhava foi nos contando histórias que nos deixavam ao mesmo tempo à vontade e excitados, querendo que alguma coisa acontecesse naquela noite.

Mas a sorte estava a nosso favor. Nem mesmo tomamos os nossos drinques e o mestre de cerimônias chamou a todos para uma brincadeira. Sorteou 3 casais. O casal que contou a história mais erótica acontecida com eles levou o prêmio. Naquela noite, o prêmio era um Chivas 12 anos... As histórias se sucediam e iam excitando a todos.

Nessa altura a descontração era patente. A música propunha uma aeróbica. O aumento da temperatura provocava um strip natural. O clima foi ficando cada vez mais sensual. Notamos vários casais subindo ao andar superior. Não querendo perder nada, puxei Ana pelas mãos e fomos também, com a intenção só para ver.

O local parecia uma arena. Ao centro, dois casais já transavam loucamente, sendo que as duas mulheres, se tocando, trocavam beijos alucinados. Em volta, as pessoas, sentadas, olhavam o espetáculo e se bolinavam discretamente. Tudo era muito contagiante. Ali mesmo onde estávamos, em pé, abracei Ana por trás e comecei a tocar-lhe os seios. Ela recostou languidamente a cabeça no meu ombro e comentou que um dos rapazes que estava transando era muito bonito. Seria uma senha dela para uma aproximação?

Como nunca tínhamos feito nada em grupo e nem a Ana tinha saído com outro homem, eu ainda não sabia que reação poderia esperar dela. Minha mão direita desceu até suas coxas e subi seu vestido tocando a dobra da calcinha. Senti que ela estava completamente molhada, o que indicava que estava mesmo querendo alguma coisa. Sugeri em seu ouvido que a gente entrasse e se sentasse no meio da roda, onde poderíamos ficar perto dos casais que transavam.

E ficamos mesmo. Podíamos até sentir aquele cheiro gostoso que exalava daqueles corpos suados. Ana foi ficando cada vez mais excitada. Vi, surpreso, ela abrir o zíper da minha calça e procurar ávida por aquela parte do meu corpo que ela mais curte. Sem cerimônia, numa atitude inédita da sua parte, ela engoliu por inteiro o meu pau duro, mesmo à frente das outras pessoas.

Nessa hora, os dois casais tinham acabado de gozar e apenas as duas mulheres continuavam se tocando. Sem querer, o rapaz que ela tinha notado, ao sair de cima de sua companheira, encostou o pé no joelho de Ana. Sem parar de fazer o que tanto gostava, ela tocou aquele pé intruso como a dizer “te perdôo por me importunar”. E o rapaz, é claro, deixou seu pé por ali, deitado ainda, mas já apoiado nos cotovelos para ver melhor de quem era aquela mãozinha que o acariciava.

Ana se apercebeu disso e começou a ficar mais ousada. Sua mão já esfregava a perna do rapaz e subia até o joelho. Mas ainda chupando meu pau e começou a arfar num jeito de pré-gozo, já muito conhecido meu. Continuei quieto, esperando para ver aonde aquilo ia dar. O rapaz, que vamos chamar de,... Ulisses, já esticava sua mão até encontrar e acariciar a de Ana.

Os dedos, agora entrelaçados, começavam a se apertar com fúria. Ulisses encurtou a distância e isso foi a dica para que Ana me abandonasse e caísse de boca no pau dele. Mas ela não me abandonou por completo, pois sua mão esquerda ainda me segurava, exigindo minha presença. Foi a vez da minha mão direita tocá-la, meus dedos se afundando sem dificuldade naquele poço que já transbordava de prazer. Ela estava de joelhos para facilitar o que fazia. Vê-la assim, adorando chupar aquele instrumento que não era o meu, ao invés de me causar ciúme, me deixou alucinado.

Sem me importar com o resto da assistência, levantei o seu vestido e forcei ela a se virar de frente pra mim, parando de chupar Ulisses, que a principio não gostou muito, mas, ao que Ana empinou a bunda para o seu pau ele quase não acreditou que ela (ou nós?) agora estava oferecendo toda sua buceta a ele.

Eu me afastei um pouco para deixá-los a vontade, ficando só observando e batendo uma gostosa punheta, enquanto Ulisses cravava toda sua pica na buceta da minha mulher, até então virgem para outros homens. As estocadas dele na minha mulher faziam ela dar gemidos de tesão. Não consegui me conter muito tempo e fui até próximo do rosto de Ana e jorrei toda a minha explosão de amor.

Ana passava a mãos em seu rosto para colher o fruto do meu carinho. E como era visível sua satisfação. O brilho dos seus olhos, o sorriso em seus lábios e as mãos tentando extrair as últimas gotas da prova concreta de que ela, mulher, era desejada, enquanto recebia as estocadas de Ulisses na sua buceta.

Agora ela tinha se virado para ele, estavam os dois de frente e se beijavam. Se olharam profundamente, se cheiraram, tornaram a se beijar e com movimentos cada vez mais fortes acabaram por gozar os dois ao mesmo tempo, ele urrando e minha mulher dando um profundo suspiro que eu tão bem conhecia quando ela gozava intensamente.

Minha primeira experiência como marido corno tinha, afinal, sido um sucesso. Saímos de lá aos beijos e abraços, rindo das nossas inquietações. Hoje somos “habituées” de outros grupos onde vão casais e onde são convidados homens sozinhos para o papel de comedores de esposas.

Continuamos bem casados, nos amando e aos outros mais do que nunca. E seria muito egoísta de nossa parte se não dividíssemos nossa descoberta com vocês. Os organizadores do grupo nos autorizaram a contar nossa história e até nos incentivaram a fazê-lo.


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