Isso aconteceu ainda quando estamos nos primeiros anos de casados. Stephany, minha esposa, é loira, mais pra magra, 1,60m, 54 kg, seios de médios pra grandes e um corpo bem tesudo. Pelo menos é o que falam quando a conhecem. No dia do meu aniversário, ela prometeu realizar um sonho meu: transar com outro homem. Alugamos um apartamento na praia.

Chegando ao local já começamos a colocar nosso plano em ação. Ela se arrumou a caráter, ou seja, colocou um micro biquíni fio dental, que na frente deixava quase exposta sua buceta, e atrás, era um triangulozinho que ficava bem alto deixando toda sua bunda a vista. E assim fomos para a praia "caçar".

Depois de muitos olhares de rapazes, ninguém chegou junto dela, porque perceberam que estava acompanhada. Resolvi então ir nadar um pouco para deixá-Ia sozinha na areia. Fiquei de longe só observando o que acontecia na minha ausência. Não demorou muito para ela deitar de bruços e tirar o sutiã.

Todos os que passavam não tiravam os olhos dela. Até que um rapaz loiro, alto e forte (como ela gosta) sentou ao seu lado e puxou conversa. Ela pediu para que ele passasse bronzeador nas suas costas, coxas,

pés e bunda. Depois que terminou o "serviço", pediu para virar. Quando se deparou com ela segurando o soutien só com as mãos, deu-lhe um beijo na boca demoradamente. Levantaram e vieram juntar-se a mim na água.

No mar, ela me apresentou o rapaz (chamava-se Paulo) e perguntou se havia gostado. Respondi olhando pra ela se ele era do jeito que ela gostava. Stephany disse que sim. E tascou-Ihe outro beijo na boca, como que para concordar mais afirmativamente com minha pergunta.

Convidamos ele para ir ao nosso apartamento tomar uma cerveja. Falei para os dois irem na frente e ficarem bem à vontade. Esperei uns 20 minutos e fui para o apartamento porque sabia que alguma coisa estaria rolando. Não deu outra. Quando cheguei, vi que Stephany não tinha perdido tempo.

Estava sentada em cima dele, de costas, com a rola atolada na boceta. Ela virava os olhos de tanto tesão. Aproximei-me dela e perguntei se estava gostoso. Ela me deu um beijo na boca. Senti o sabor do pau do cara, que com certeza ela havia chupado.

- Amor, é uma delícia este pau. Chupei com tanto gosto. Você precisava ver!

Então, pedi para ela chupá-lo novamente. Ajoelhado no chão, assisti bem de pertinho Stephany sair de cima daquele pau grande e grosso. Perguntei-lhe como poderia estar agüentando aquilo tudo enfiado na xoxotinha. Respondeu-me:

- Quando a gente quer cabe tudo!

Deitou no meio das pernas dele e engoliu o falo imenso, olhando pra mim e sorrindo gostoso. Perguntei pro cara:

- Você já comeu alguém assim?

- Assim como, “corno". Respondeu ele, enfatizando o “corno”.

- Assim gostosa e na frente do marido?

- Não. Nunca pensei que comeria a esposa de alguém na frente dele. Me sinto privilegiado.

Ai falei pra ele:

- Então, pra se sentir mais privilegiado ainda, goze na boca dela!

Stephany gostou muito da idéia, mas fez uma ressalva:

- Só se você depois me beijar, amor.

Relutei, pois nunca tinha feito isso antes. Ela, pra me convencer, disse que não falaria pra ninguém sobre isso. Então disse que poderia deixar o garotão gozar na boca dela.

Stephany então passou a chupar o saco de Paulo e depois a ponta do pau dele e em seguida chupando num vai-e-vem rápido pra ele gozar na sua boca. O que não demorou muito para acontecer E ele jorrou um monte de porra não só na boca dela, mas também em boa parte do rosto.

Para cumprir a promessa passei a beija-la e a chupar a porra que ainda tinha em boa quantidade na sua boca e nos cantos dos lábios. Após, passei a limpar toda a porra que tinha espirrado pelo rosto de Stephany, deixando-a totalmente limpinha.

O cacete de Paulo ficou mole, mas eu estava em ponto de bala. Pedi para ele chupá-Ia. Coloquei-a de quatro e enquanto Paulo lambia seu cuzinho e boceta ela chupava meu cacete todo duro. Ela, gemendo alto, deixou Paulo doidão de tesão novamente e ai fui eu que meti o pau na boceta da minha esposa, enquanto ela agora chupava o cacete do cara.

Nessa posição dei um grito alto e gozei. Enchi a xoxotinha deliciosa de Stephany de porra. Não demorou muito e Paulo já estava de novo de pau bem duro de novo. Ai Stephany saiu do meu pau e foi beija-lo na boca. E foi se deitando, pedindo para ele ir por cima dela. E foi o que ele fez, com ela pegando com a mão no pau dele e guiando até sua buceta, encharcada da minha porra.

Num rápido vai-e-vem na posição de papai-e-mamãe, não demorou muito para Paulo gozar outra vez, desta vez dando um grito maior ainda e enchendo a buceta da minha mulher de muita porra, que falava várias sacanagens, como se fosse uma puta vadia que estava bem acostumada com aquilo:

- Veja seu corno, como esse macho encheu a buceta da sua mulher de porra. Veja corno, como fiquei arrombada e cheia de porra desse macho.

E após o cara sair de cima dela ela abriu as pernas, com a porra escorrendo da buceta e disse pra mim, bem putona:

- Agora corno, pra terminar o serviço, vem chupar a buceta esporrada da sua puta, vem. Chupa tudinho. Chupa toda a porra do macho que comeu sua mulher, vem.

Como já tinha beijado ela antes e vi que não tinha sido nada do outro mundo, então cai também de boca na porra que estava na buceta dela e que já estava escorrendo.

Stephany e eu estávamos molhados de suor, exaustos e felizes. Ela me abraçou e me agradeceu pelo prazer que lhe havia proporcionado. Retruquei dizendo que o presente era meu, mas o prazer maior era dela,

porque além de me presentear ainda me deu a boceta bem gostosa e ainda viu seu maridão chupar a sua buceta esporada por outro macho.

Depois de tomarmos banho, nos despedimos do rapaz e voltamos à praia para paquerar mais gente, pois o dia ainda não tinha terminado e ela disse que queria mais um macho pra gozar na buceta dela e ver eu chupando a porra de novo.

Mas isso é assunto para outro relato. Pois no final do dia voltando para o apartamento não com um, mas com dois machos!

No outro dia, voltamos a São Paulo. No trajeto, ela chupava meu pau dentro do carro e os motoristas dos caminhões que nos viram ficaram loucos de tesão. De lá pra cá, no passar dos anos, passamos a ir em clubes e festas, mas sempre com os caras transando com ela com camisinha e nunca mais encontramos alguém confiável para gozar na buceta dela e eu chupar a porra.

Agora queremos conhecer pessoas confiáveis, casados, que tenham exames, para transarem com ela sem camisinha e que possam nos receber em suas casas, hotéis ou escritórios, ou, na praia de preferência. Porque ela desde aquela época quer repetir a experiência, mas com pessoas de bom nível intelectual, bonitas e bem dotados na grossura. Stephany e Julio.

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Comentários  

0 #3 bull 07-08-2019 18:20
deberia sentir el cono
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0 #2 bull 07-08-2019 18:18
no me gusta el condon de todos modos la carne deberia valer la carne
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0 #1 bull 07-08-2019 18:16
la quiero follar sin condon si quieres
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